POEMA RIO – APRESENTAÇÃO
Este poema é um mergulho no tempo e na própria existência. Em RIO, a água corrente torna-se metáfora da vida que passa, retorna e permanece. Entre futuro, passado e permanência, o eu poético reconhece-se fluxo, memória e presença — como um rio que nunca é o mesmo e, ainda assim, sempre é. Uma reflexão sobre o eterno movimento do ser e sobre a centelha divina que habita em cada instante de nossa travessia.
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