POEMA SEMPRE – APRESENTAÇÃO
No poema “SEMPRE”, convido você a refletir sobre a aparente repetição das manhãs e a descobrir o milagre silencioso da diferença. Nenhum dia nasce igual ao outro. Sempre há algo novo — uma nuvem que desenha o céu, um pássaro que cruza o horizonte, uma história que recomeça. Entre o belo e o trágico, o simples e o grandioso, a vida se reinventa. Mas o poema vai além da paisagem exterior: ele nos lembra que, se as manhãs não mudam, algo muda dentro de nós. Cada amanhecer é também um convite à transformação interior, à esperança e à criação. “SEMPRE” é um canto à renovação constante da vida — fora e dentro da gente.
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