APRESENTAÇÃO
O poema “INÉRCIA” é um retrato contundente da violência que atravessa todas as formas de existência — da natureza ao próprio ser humano. Em versos curtos e diretos, a obra revela um mundo onde a vida é interrompida por atos de covardia, traição e indiferença, transformando corpos, peles e almas em matéria inerte. Ao percorrer imagens fortes — do tigre aprisionado ao elefante abatido, do homem que fere a própria vida à humanidade que se torna alvo — o poema nos confronta com uma realidade desconfortável: a perda da sensibilidade diante da vida. Mais do que denunciar, “INÉRCIA” nos convida a refletir sobre nossa responsabilidade nesse cenário e a urgência de romper com essa paralisia que nos distancia do essencial: inclusive de Deus.
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