QUERO – APRESENTAÇÃO
QUERO nasceu de uma reflexão serena sobre a finitude. É um poema em que encaro a possibilidade da minha própria morte não como perda ou tristeza, mas como passagem — quase como uma celebração. Nele, a morte não assusta; ela dialoga com a vida. Ainda assim, há um desejo paradoxal e profundamente humano: o de adiar o fim, de assistir à morte da própria morte em algum outro dia. QUERO é, acima de tudo, um exercício de lucidez, aceitação e amor pela existência.
SE VOCÊ GOSTOU DESTE VÍDEO, DIVULGUE-O ENTRE SEUS CONTATOS.
