APRESENTAÇÃO
Há caminhos difíceis e caminhos confortáveis. Há caminhos que nos levam por estradas, outros que nos conduzem ao desconhecido — e há aquele caminho interior, que aproxima a Alma da Iluminação e de Deus. Neste poema, “Caminhos”, o poeta reflete sobre as dif erentes jornadas da existência: da simplicidade da roça ao infinito astral, do caminho terreno ao espiritual. Porque viver é, acima de tudo, pôr-se a caminho.
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