APRESENTAÇÃO
RÉVEILLON transforma os últimos cinco minutos de um ano em uma intensa metáfora sobre a própria existência. Em uma contagem regressiva inquietante, sabores, aromas, sons e presenças vão desaparecendo. A festa se dissolve, o tempo parece parar e, diante do vazio, resta a pergunta essencial: seria o fim… ou apenas outro começo? Entre o medo da despedida e a esperança do recomeço, o poema nos lembra que cada Ano-Novo é também um pequeno ensaio para as grandes passagens da vida. Porque todo fim carrega um princípio.
Toda despedida pode anunciar um reencontro.
E cada réveillon talvez nos prepare, silenciosamente, para o RÉVEILLON FINAL.
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