POEMA CELESTINO – APRESENTAÇÃO
No poema “Celestino” — homenagem ao cantor que meu falecido pai, Claudio Tórtoro, admirava — a memória transforma-se em reverência musical. O poeta presta homenagem à voz imortal de Vicente Celestino, evocando palcos, discos e personagens que marcaram gerações. Entre ópera e canção popular, entre o drama de “Tosca” e a emoção de “O Ébrio”, ressurge a potência de um artista que transcendeu o tempo. A imagem da gôndola veneziana simboliza a travessia final rumo ao Cósmico, onde a voz não se cala, apenas ecoa em eternas serenatas. É um tributo sensível à arte que vence o silêncio e permanece viva na memória coletiva.
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