POEMA FRESTA – APRESENTAÇÃO
O poema FRESTA é uma viagem cósmica e sensorial pela existência. A luz visível torna-se apenas “fresta” diante da imensidão do espectro — metáfora poderosa para a limitação humana diante do infinito. O eu lírico não se contenta com o que é aparente: mergulha em ondas invisíveis, surfa no ultravioleta, flutua no infravermelho, expandindo-se além da matéria. Há ciência e misticismo entrelaçados: o oceano sideral, o Sudário, o olhar da Virgem, os raios cósmicos. Tudo converge para uma travessia espiritual, como uma caravela de luz rasgando o arco-íris da experiência humana em direção ao oriente simbólico — lugar do renascer. FRESTA é transcendência elétrica, é fé expandida em frequência, é a alma atravessando a fresta da luz rumo ao mistério.
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