APRESENTAÇÃO
O poema “BURACO NEGRO” nos conduz por uma metáfora brilhante que une o universo da ciência ao fervor das emoções humanas. Ao evocar o espaço-tempo, o vórtice e a força de atração, o eu poético constrói uma imagem cósmica que, pouco a pouco, se revela surpreendentemente próxima do cotidiano. Em um movimento envolvente, o que parecia fenômeno astronômico transforma-se em cena viva — a multidão, o impacto, a tensão crescente — até culminar na explosão de alegria de um gol. A gravidade aqui não é física, mas emocional: uma força irresistível que atrai e envolve a todos. Mais do que uma analogia criativa, “BURACO NEGRO” celebra a intensidade dos instantes simples, mostrando que, mesmo na brincadeira, há momentos capazes de nos absorver completamente — como verdadeiros fenômenos do universo.
SE VOCÊ GOSTOU DESTE VÍDEO, DIVULGUE-O PARA SEUS CONTATOS.
