APRESENTAÇÃO
O poema “DEDO NA TERRA” nos conduz a uma das cenas mais enigmáticas do Evangelho: o instante em que Cristo escreve no chão diante da mulher adúltera. A partir desse gesto silencioso, o texto mergulha em uma profunda reflexão sobre o mistério divino e os limites da compreensão humana. Entre hipóteses — leis, símbolos, números ou palavras de perdão — o eu poético revela mais perguntas do que respostas, convidando o leitor a habitar esse espaço de dúvida e contemplação. O que importa, talvez, não seja o que foi escrito, mas o significado do próprio gesto: um ato que transcende a lógica e aponta para uma verdade que não se deixa aprisionar em palavras. Mais do que buscar respostas, “DEDO NA TERRA” é um convite à humildade diante do sagrado — à aceitação de que há mistérios que não se explicam, apenas se vivem.
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