APRESENTAÇÃO
O poema “GAIVOTA” nos conduz a uma poderosa metáfora sobre luta, resistência e equilíbrio. Diante do vendaval, a ave representa o ser que insiste, mesmo quando a força do mundo parece maior que suas próprias asas. Entre o embate do vento e o aplauso do mar, a natureza se torna palco de um conflito intenso — mas também de harmonia. Há, no desfecho, uma intervenção sensível que restaura o equilíbrio: cada elemento encontra seu destino, sua medida, sua liberdade. Mais do que narrar uma cena, “GAIVOTA” nos convida a refletir sobre os limites da força, o valor da persistência e a sabedoria que existe em cada ajuste do universo.
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