APRESENTAÇÃO
O poema “APAGAR” nos conduz a um dos momentos mais delicados da vida de um educador: o instante da despedida. Entre o apagar do quadro e o silêncio do corredor, o eu poético revela a dor contida de quem dedicou anos à formação de outros e agora se vê diante do fim de um ciclo. Em imagens sensíveis e profundamente humanas, o poema percorre gestos simples — largar o giz, retirar o jaleco, fechar o livro — transformando-os em símbolos de uma trajetória marcada por entrega, repetição e amor ao magistério. Cada detalhe carrega o peso do tempo e a intensidade de uma vida vivida para ensinar. Mais do que um adeus, “APAGAR” é uma homenagem silenciosa a todos que fizeram da sala de aula seu palco e sua missão. Um poema que emociona ao revelar que encerrar um magistério é, de certo modo, apagar uma luz — mas jamais as marcas deixadas no coração de quem aprendeu.
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