APRESENTAÇÃO
Para que tanta pressa? Vivemos correndo atrás do tempo, como se pudéssemos controlá-lo. Neste poema, o poeta convida o leitor a uma profunda reflexão sobre os limites da condição humana, a sabedoria da natureza e a necessidade de reencontrar o silêncio interior. Uma mensagem sensível que nos lembra que a verdadeira paz talvez comece justamente quando aprendemos a desacelerar.
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