APRESENTAÇÃO
Do grito às margens do Ipiranga aos gritos que ainda ecoam na Avenida Paulista, dois séculos se passaram — mas a pergunta permanece: independência, cadê? Neste poema transformado em música, a história encontra o presente para denunciar corrupção, injustiça, desalento e promessas não cumpridas. Entre a revolta e a esperança, porém, permanece um povo que ainda levanta a voz. Porque independência não pode ser apenas memória ou palavra escrita na História. Precisa significar liberdade, justiça e dignidade. E, enquanto elas não chegarem por inteiro, a pergunta continuará ecoando: INDEPENDÊNCIA, CADÊ?
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