NEM PARECIA SER CARNAVAL
“Carnaval de sol, amizade e mar: nossa estada no Centro de Lazer dos Comerciários, em Praia Grande”
Entre os dias 14 e 17 de fevereiro, vivemos momentos de alegria, descanso e reencontros durante nossa estada no Centro de Lazer dos Comerciários, na Praia Grande (SP). Foi uma viagem marcada por organização, amizade e pela luz generosa do sol que nos acompanhou do início ao fim.
Nossa jornada teve início dia 13.02, sexta-feira, na Rua Tamandaré, 163, em Ribeirão Preto, ponto de partida da excursão. Ali fomos calorosamente recebidos pelo estimado casal amigo Regina, presidente do Sindicato, e Oscar, cuja presença acolhedora já prenunciava dias de muita alegria. Às 7h20, partimos rumo ao litoral, acompanhados pelos dedicados guias Renata e Jair, em um confortável ônibus da FGS Turismo (nº 22370), conduzido com segurança e serenidade pelos motoristas Neto e Pereira.
Saímos de Ribeirão Preto sob um céu nublado, mas a viagem parecia anunciar uma mudança luminosa. E assim foi: ao chegarmos ao nosso destino, por volta das 2h32, fomos recebidos no dia 14, sábado, por um sol radiante que se manteve firme até nossos últimos instantes na praia, como se o próprio verão nos aguardasse.
Nosso primeiro contato na praia de areias finas e quentes, foi especial e carregada de afeto: a Barraca da Linda, grande amiga de muitos anos. Lá fomos efusivamente acolhidos pelo engenheiro Lucas, filho dela, cuja simpatia e hospitalidade tornaram o reencontro ainda mais caloroso. Entre caipirinhas bem preparadas, cervejas geladas e refrigerantes refrescantes, celebramos a vida e a amizade. Por volta das 11h, seguíamos para o Centro de Lazer, onde nos aguardava o almoço, mas nunca antes de tomarmos um banho de piscina, e uma boa dose de caipirinha.
O Centro de Lazer dos Comerciários, situado na Avenida Castelo Branco, 8420 – Vila Mirim/Ocian – Praia Grande (SP), revelou-se um espaço de conforto e beleza. O café da manhã, o almoço e o jantar — momentos que sempre lembravam o filme “A Festa de Babette” de 1987 — eram servidos no 5º andar do edifício, em um restaurante muito bem administrado, com vista panorâmica para o mar. Ali, entre refeições saborosas e a contemplação do mar, no horizonte azul, experimentávamos momentos de verdadeiro descanso e prazer.
Os dias transcorreram em clima de confraternização, tranquilidade e gratidão. Caminhadas pela praia — com visitas diárias à gigantesca imagem de Iemanjá —, conversas leves e o calor constante do sol compuseram a moldura perfeita para um Carnaval sereno e revigorante.
No retorno, deixamos o Centro por volta das 15h e seguimos viagem de volta a Ribeirão Preto. A jornada foi tranquila, marcada por boas lembranças e pelo cansaço feliz de quem viveu dias intensos de alegria. Ao nos aproximarmos da região de Jundiaí e Campinas, fomos recebidos por forte chuva — contraste curioso com o sol que nos acompanhara no litoral. Chegamos a Ribeirão por volta das 22h, trazendo na bagagem não apenas objetos, mas sobretudo memórias inesquecíveis.
Da mesma forma que fomos conduzidos pelos nossos filhos, Sebastião e Giovana, para partimos, Lu e eu, em nossa viagem, também eles foram nos buscar na Tamandaré, por onde perambulavam jovens alegres e barulhentos, rumo à algum baile, de último dia, naquela terça-feira de Carnaval
Foi uma viagem que uniu organização exemplar, reencontros afetivos e a beleza simples do mar. Que venham outros momentos assim, onde o tempo parece suspenso entre o riso dos amigos, o sabor das refeições compartilhadas e o eterno murmúrio das ondas.
ANTONIO CARLOS TÓRTORO
Ex-presidente da ARL – Academia Ribeirãopretana de Letras
www.tortoro.com.br
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