POEMA BAÚ – APRESENTAÇÃO
No poema “Baú”, a paisagem da Serra da Mantiqueira transforma-se em metáfora interior. A majestosa Pedra do Baú, vigilante e silenciosa, acompanha curvas, capelas, erosões e flores como testemunha do tempo e da condição humana. Entre terras do leite e do café, entre fé e solidão, o poeta revela que a verdadeira geografia não é apenas a dos vales e montanhas, mas a que carregamos dentro de nós. Ao final, resta o “inviolável Baú da Pedra” — símbolo da essência íntima que precisa ser polida ao longo da vida.
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