POEMA NAU – APRESENTAÇÃO
No poema NAU, a paisagem da Ribeira transforma-se em travessia espiritual. A Igreja do Bonfim deixa de ser apenas arquitetura e torna-se embarcação sagrada — uma nau de almas que navega entre o céu e o mar, entre o visível e o invisível. Sob palmeiras que adornam torres e nuvens que anunciam mistério, o sincretismo baiano pulsa: o Rei dos Reis sob o sol de Oxalá, o rumo apontado para Itaparica, repouso de Iemanjá. Entre águas e Altas Esferas, Arcanjos sopram ventos que apenas os iniciados percebem. NAU é viagem de fé, de cultura e de transcendência — um convite a embarcar no mar simbólico onde amor e paz são o verdadeiro destino.
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