POEMA NADA MAIS – APRESENTAÇÃO
No poema NADA MAIS, duas cenas se espelham: a criança que chora a ausência da mãe no pátio da escola e a mulher que chora a ausência do filho diante do túmulo. Dois vazios. Duas dores. A mesma essência. O que parece definitivo revela-se transitório. O que parece mistério transforma-se em questão de perspectiva. Entre o instante e a eternidade, entre o prisma e a mística, tudo se resume ao tempo — esse escultor silencioso das ausências. NADA MAIS é um convite à reflexão sobre perda, relatividade e transcendência. Porque talvez a dor seja apenas um intervalo. E nada mais.
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