APRESENTAÇÃO
Em “Colunas”, a arquitetura deixa de ser apenas pedra e mármore para se transformar em símbolo, memória e espiritualidade. Inspirado pelas majestosas colunas do Olympieion, em Atenas, o poema percorre capitéis coríntios, folhas de acanto, caneluras, volutas e curvas jônicas, encontrando na beleza da criação humana uma profunda dimensão sagrada. Entre a grandeza dos antigos templos e a imagem da Cruz, “Colunas” conduz o olhar da arte à fé, revelando na pedra trabalhada pelo homem uma evocação poética da Paixão do Senhor.
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