POEMA VOZES – APRESENTAÇÃO
No poema VOZES, percorro os séculos da literatura portuguesa como quem atravessa uma pátria sonora. Do Trovadorismo ao Modernismo, cada movimento ecoa como herança viva — conselhos, sonhos, sermões, suspiros e inquietações que moldaram a alma de um povo. Entre Garrett, Vieira, Pessoa e tantos outros, não leio apenas versos: escuto a identidade que me constitui. Portugal não é apenas geografia — é memória literária, é tradição que atravessa gerações, é a música das palavras que me antecederam. VOZES é homenagem e pertencimento. É o reconhecimento de que, na voz eterna dos poetas, pulsa também a minha própria voz — descendente orgulhoso de uma história escrita em versos imortais.
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