POEMA “CLIC CLAC” – APRESENTAÇÃO
CLIC CLAC é o som seco da máquina fotográfica que dispara — e, no mesmo gesto, captura a vida no instante em que ela já começa a passar.
Entre um clic e um clac, a cidade respira, sofre, ama e morre.
O poema reflete sobre esse intervalo mínimo onde tudo acontece: a vida real, pulsante e transitória, transforma-se em imagem, notícia, memória.
No papel do jornal, aquilo que foi cruelmente efêmero ganha permanência.
A vida se vai — a imagem fica.
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