APRESENTAÇÃO
Entre números primos, mares de verão e descobertas da juventude, este poema transforma a Matemática em memória afetiva e contemplação poética. “Primos” mistura fórmulas e sentimentos, decompondo lembranças, desejos e emoções como quem resolve equações da própria vida. Uma viagem entre a lógica dos números e a intensidade da puberdade, onde até as ondas parecem obedecer à poesia da Matemática.
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