APRESENTAÇÃO
Neste poema, a Matemática transforma-se em constelação poética. “Eixos” percorre o universo cartesiano onde pontos, parábolas e retas dançam sobre o plano infinito de Descartes. Entre sinais, quadrantes e formas geométricas, a poesia revela a beleza escondida numa simples folha de papel, onde ciência e imaginação se encontram.
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